Seminário RTOS 2010

Em 09/11/2010, em Eventos, por Sergio Prado

No próx­imo dia 20 de novem­bro será real­izado em São Paulo o Sem­i­nário RTOS 2010. É o primeiro evento no Brasil com foco em Sis­temas Opera­cionais de Tempo Real, e o con­teúdo está fantástico!

Uma pena que estarei curtindo min­has (mere­ci­das) férias e não poderei estar pre­sente. Mas quem tiver a opor­tu­nidade, não desperdice!

Segue a pro­gra­mação com­pleta do evento:

Intro­dução: Con­ceitos sobre RTOS, por Alberto Fabiano

Os casos de uso para pro­gra­mação de sis­temas embar­ca­dos estão ficando cada vez mais com­plexos, e depen­dendo dos req­ui­si­tos, pode ser um tra­balho extrema­mente árduo o con­t­role de per­iféri­cos, MCU ou MPU simul­tane­a­mente através de inter­rupções ou de out­ros recur­sos iner­entes da arquite­tura do hard­ware, inde­pen­dente da lin­guagem ou do fer­ra­men­tal empre­gado para o desen­volvi­mento. Uma alter­na­tiva para facil­i­tar o desen­volvi­mento, reduzir o tempo de pro­jeto e a com­plex­i­dade (prin­ci­pal­mente de req­ui­si­tos genéri­cos de indús­tria) é o emprego de um RTOS (Sis­tema Opera­cional de Tempo Real) e seg­men­tar a linha de exe­cução de um pro­grama em lin­has de tare­fas especí­fi­cas (threads) podendo aproveitar mel­hor recur­sos de hard­ware com uma arquite­tura de pri­or­i­dades de tare­fas ou sim­ples­mente aprovei­tando mel­hor o tempo de exe­cução do processo.

-> 1 — O que são Sis­temas Opera­cionais de Tempo Real;

-> 2 — Difer­enças entre RTOS e firmware (bare-metal binary);

-> 3 — Especi­fi­cações de um RTOS;

-> 4 — Req­ui­si­tos para exe­cução de um RTOS;

-> 5 — Sis­temas RTOS disponíveis no mercado.

Começando com o µC/OS-III, por André Oliveira

Esta apre­sen­tação tem o obje­tivo de apre­sen­tar um dos RTOS mais tradi­cionais do mer­cado, que inspirou dezenas de pro­du­tos. Sendo con­sid­er­ado ade­quado para o uso por hobis­tas dev­ido a natureza de sua licença, assim como para alguns seg­men­tos da indús­tria dev­ido seu custo-benefício e alto nível de segu­rança para dis­pos­i­tivos de mis­são crítica, tendo inclu­sive cer­ti­fi­cação aviônica DO-178B nível A, EUROCAE ED-12B, sendo recomen­dado para apli­cações médi­cas e tendo as cer­ti­fi­cações SIL 3/SiL4 IEC para trans­porte e sis­temas nucleares, sendo uti­lizado tam­bém em equipa­men­tos de tele­com, mobile hand­sets, equipa­men­tos de con­t­role indus­trial, pela indús­tria auto­mo­tiva entre outras.

-> 1 — Intro­dução sobre o Micriµm µC/OS-III

-> 2 — Source Code e Ferramentas

-> 3 — Ini­ciando o Multitasking

-> 4 — Ports e Con­fig­u­ra­tion Files

-> 5 — Anato­mia de uma Task

-> 6 — Scheduling

-> 7 — Inter­rupções e Exceptions

-> 8 — µC/OS-III’s Services

-> 9 — Con­clusão sobre o µC/OS-III

Van­ta­gens da Arquite­tura Micro Ker­nel do QNX para Apli­cações de Mis­são Crítica, por José Elvano Moraes
 
Apli­cações de mis­são crítica são aque­las que devem operar com baixís­sima tol­erân­cia a fal­has, alta con­fi­a­bil­i­dade, robustez e disponi­bil­i­dade, tais como apli­cações mil­itares e sis­temas médi­cos de suporte à vida. Na palestra serão apre­sen­ta­dos con­ceitos bási­cos sobre sis­tema opera­cionais. Em seguida será dis­cu­tido o sis­tema opera­cional QNX, apresentando-se as van­ta­gens da arquite­tura micro ker­nel do mesmo para con­strução de sis­temas de mis­são crítica. Para isso, mostraremos como a mod­u­lar­i­dade da arquite­tura micro ker­nel influ­en­cia a escal­a­bil­i­dade, a con­cor­rên­cia e estraté­gias de comu­ni­cação inter­proces­sos e como é alcançada as car­ac­terís­ti­cas necessárias em apli­cações de tempo real de mis­são crítica.
 
-> 1 — Proces­sos e threads no QNX

-> 2 — Estraté­gias comu­ni­cação interprocessos

-> 3 — Concorrência

-> 4 — Apli­cações de tempo real e apli­cações de mis­são crítica.

O X Real-Time Ker­nel da eSys­Tech: Apre­sen­tação e Uti­liza­ção, por André Schinzel Braga

A maio­ria dos RTOS con­heci­dos da indús­tria tem origem fora do Brasil e os com origem nacional são restri­tos ao meio acadêmico, esta apre­sen­tação irá apre­sen­tar um RTOS con­ce­bido, desen­volvido e com­er­cial­izado no Brasil levando em con­sid­er­ação req­ui­si­tos do mer­cado local e empre­gando mod­er­nos con­ceitos de com­putação embarcada.

-> 1 — Fun­cional­i­dades do X Real-Time Kernel

-> 2 — Exem­p­los de uso do X Real-Time Ker­nel em produtos

-> 3 — Fer­ra­men­tas do X Real-Time Ker­nel de apoio ao desen­volvi­mento de sis­temas multi-tarefa.

BRTOS — Um sis­tema opera­cional de tempo real de código aberto e gra­tu­ito 100% nacional, por Gus­tavo Weber Denardin

O BRTOS é um sis­tema opera­cional otimizado para sis­temas embar­ca­dos com poucos recur­sos com­puta­cionais. Neste sem­i­nário serão apre­sen­ta­dos fun­da­men­tos do BRTOS, abor­dando exem­p­los de apli­cações, arquite­tura do sis­tema, bem como con­sid­er­ações de hard­ware e soft­ware para sis­temas de tempo real. A plataforma Cold­fire V1 rece­berá o foco prin­ci­pal e exem­p­los práti­cos ilus­trando os con­ceitos apre­sen­ta­dos serão desen­volvi­dos para a audiência.

-> 1 — Car­ac­terís­ti­cas do BRTOS

-> 2 — Alo­cação de memória para stack vir­tual das tare­fas (Alo­cação dinâmica ou estática)

-> 3 — Serviços de sis­tema do BRTOS

-> 4 — Dri­vers — Desen­volvi­mento e inte­gração com o sistema

-> 5 — Regiões críti­cas — Aten­dendo a req­ui­si­tos de tempo real (OSes unifi­ca­dos vs segmentados)

-> 6 — Teste de desem­penho de RTOSes uti­lizando o Thread-Metric

-> 7 — Exem­p­los práti­cos na plataforma Cold­fire V1 (Freescale MCF51QE).

Intro­dução ao OSEK/VDX, por Car­los Galuzio

Muitos desen­volve­dores já se depararam com a per­gunta: “Por que uti­lizar um RTOS?”. Esta palestra tem por obje­tivo apre­sen­tar argu­men­tos para a uti­liza­ção do RTOS OSEK, abor­dando os con­ceitos e pro­priedades rela­ciona­dos aos sis­temas opera­cionais embar­ca­dos, suas car­ac­terís­ti­cas e pro­priedades fun­cionais. Cri­ado orig­i­nal­mente para soluções auto­mo­ti­vas, o RTOS OSEK pode ser encon­trado atual­mente em apli­cações de diver­sos seg­men­tos. Serão apre­sen­tadas as car­ac­terís­ti­cas de imple­men­tação e con­fig­u­ração doOSEK, seus serviços e geren­ci­a­mento de recur­sos, final­izando com um exem­plo prático.

-> 1 — Car­ac­terís­ti­cas de Sis­temas Opera­cionais de Tempo Real OSEK.

-> 2 — Método de Proces­sa­mento multi-tarefa do OSEK.

-> 3 — Téc­ni­cas de Geren­ci­a­mento de Recur­sos do OSEK.

-> 4 — Serviços dos RTOS OSEK.

-> 5 — Sis­tema Opera­cional OSEK/VDX. Exem­plo: MCU Freescale MC9S12XS128 rodando OSEK.

Acesse a página do Por­tal Embar­ca­dos para fazer sua inscrição com desconto aqui. Para maiores infor­mações, acesse a página do evento.

Um abraço,

Ser­gio Prado

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